CHE: ENTRE A REVOLUÇÃO E A AUTOAJUDA

Autores

  • Sérgio DOMINGUES USP

Resumo

O maior problema do filme de Soderbergh não é o que ele mostra. É o que a maioria do público tende a ver. A revolução pode parecer mais questão de empenho individual do que resultado da ação coletiva.

Os admiradores de Che Guevara e socialistas em geral não têm o que reclamar de “Che: uma vida revolucionária”. Trata-se da primeira parte de uma produção do ator porto-riquenho Benicio del Toro, sob direção do norte americano Steven Soderbergh. Essa primeira metade das quatro horas totais mostra a luta que levaria Guevara, Fidel e seus companheiros ao poder em Cuba.

Para começar, é preciso coragem para fazer um filme simpático a Guevara nos Estados Unidos. O país acaba de eleger para presidente um negro de nome muçulmano. Mas, a grande maioria de sua população continua considerando Che e Fidel nada mais que terroristas. Seguem o que diz a o governo e a mídia empresarial do país.

Biografia do Autor

Sérgio DOMINGUES , USP

Sociólogo pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo -ESP, São Paulo, Brasil

CHE: ENTRE A REVOLUÇÃO E A AUTOAJUDA

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Publicado

13-01-2010

Como Citar

DOMINGUES , S. CHE: ENTRE A REVOLUÇÃO E A AUTOAJUDA. Revista Mouro, [S. l.], v. 1, n. 2, 2010. Disponível em: https://revista.mouro.com.br/index.php/Revista_Mouro/article/view/37. Acesso em: 19 jul. 2024.

Edição

Seção

DOSSIÊ