Revista Mouro
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<p><em>Revista Mouro</em><strong> ISSN (<em>print</em>) 2175-4519 e-ISSN 2175-4837</strong></p> <p>O Núcleo de Estudos d'´O Capital (fundado em 1991) apresenta ao público Mouro, sua revista marxista.<br />Mouro, como todos sabem, era o apelido do velho Marx, devido à sua tez escura.<br />Em tempo: nossa revista é cientificamente rigorosa, mas não acredita que o rigor advenha de títulos acadêmicos, da falta de humor ou da ausência de arte. Por isso, publicamos jovens estudantes, acadêmicos estabelecidos, velhos militantes e autodidatas de todas as épocas, que não precisaram comprar com diplomas o direito de pensar, como dizia o velho Engels. Os artigos são sempre encomendados de acordo com os dossiês, por isso a revista não aceita propostas de publicação.</p>Revista Mouropt-BRRevista Mouro2175-4519<h4>Autores que publicam na Revista Mouro concordam com os seguintes termos:</h4> <p class="Normal1">a. Autores mantém os direitos autorais e concedem a Revista Mouro o direito de publicação.</p> <p class="Normal1">b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta publicação (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação na Revista Mouro.</p> <p class="Normal1">c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado .</p>A Crítica ao Programa de Gotha e a Nova Política Econômica (NEP)
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<p>Este trabalho apresenta uma análise do texto Crítica do Programa de Gotha, escrito por Karl Marx em 1875, com o objetivo de avaliar o movimento socialista da época, especificamente a social-democracia alemã. Essas notas têm como objetivo tecer uma reflexão sobre as contribuições teóricas de Marx e Engels em relação ao socialismo científico, à ditadura do proletariado e à transição econômica para o socialismo. Para isso, realiza-se uma comparação do texto de Marx com a Nova Política Econômica (NEP) instaurada na Rússia em 1921. O intuito é entender as concepções de Marx e as experiências econômicas de transição do capitalismo para o socialismo a partir da Revolução Russa (1917). A Crítica do Programa de Gotha é uma obra essencial, por trazer as anotações de Marx sobre um programa partidário socialista que versa a construção do socialismo científico e de uma sociedade socialista. Além disso, a comparação com a NEP destaca a importância de entender os interstícios para a construção de uma sociedade socialista.</p>Luiz Eduardo Simões de SouzaEliziane Gava
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2026-04-012026-04-01163050O Partido da Militância
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<p>O objetivo deste artigo é registrar e problematizar um encontro de base realizado por militantes do Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo, em 2015. Acredita-se que o evento expressa a força do PT na vida política brasileira, ao mesmo tempo que permite conhecer as ideias e sentimentos que circulavam no âmbito da militância petista, em um momento histórico de acirramento dos conflitos políticos no Brasil e ofensiva contra o partido.</p>Janes Jorge
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2026-04-012026-04-01165166Uma Memória da Revista Práxis
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<p>O artigo de Lincoln Secco narra a trajetória da revista <em>Práxis</em>, fundada em 1994 como expressão de um marxismo militante em meio à crise da esquerda pós-Guerra Fria. Surgida no contexto de refluxo das mobilizações populares e da ascensão do PT à institucionalidade, a <em>Práxis</em> destacou-se por sua autonomia em relação a correntes partidárias e pela pluralidade teórica que abrigava, reunindo intelectuais como Ronald Rocha, Jacob Gorender e Florestan Fernandes. O texto combina memória pessoal com análise de conjuntura, retratando os desafios organizativos enfrentados por uma revista teórica feita por militantes sem grandes recursos, mas com sólida formação crítica. O autor enfatiza o papel da revista na resistência à ofensiva liberal, valorizando sua base coletiva, sua capacidade de diálogo e seu compromisso com um marxismo renovado. Seu encerramento, na segunda metade dos anos 1990, refletiu divisões políticas internas e mudanças no campo da esquerda, mas sua experiência segue como referência de militância intelectual.</p>Lincoln Secco
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2026-04-012026-04-0116313Algumas Reflexões Acerca dos Lugares de Memória do Movimento Operário Paulistano
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<p>O artigo trata dos lugares de memória do movimento operário na cidade de São Paulo. Durante o final do século XIX e o começo do século XX, a cidade de São Paulo passou por um grande crescimento urbano e uma forte expansão do seu parque industrial. A classe trabalhadora paulistana organizou um poderoso movimento associativo, que se enraizou nos bairros fabris, construindo redes de solidariedade. Mais de um século depois, ocorreu um apagamento da memória dos lugares de organização e mobilização do movimento operário, fazendo com que uma parte fundamental da história da cidade permaneça esquecida.</p>Frederico Duarte Bartz
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2026-04-012026-04-01161429